O menu Relacionamento funciona em quatro etapas encadeadas: você cria a segmentação que separa a base por comportamento, escreve o modelo de e-mail, liga a automação que dispara sozinha a partir de um evento e agenda campanhas pontuais. Segmentação é sempre o primeiro passo — sem ela, os outros três disparam para todo mundo.
O menu Relacionamento não é um conjunto de recursos soltos: é uma sequência. Cada etapa depende da anterior, e pular a primeira faz as outras três dispararem para a base inteira.
| Etapa | O que faz |
|---|---|
| 1. Segmentação | Define a regra que separa a base por comportamento — quem doou, quando, quantas vezes, quanto. |
| 2. Modelos | Escreve o conteúdo do e-mail que será enviado. |
| 3. Automação | Liga o modelo a um evento, para disparar sozinho quando aquilo acontecer. |
| 4. Campanhas | Agenda um envio pontual para uma segmentação, numa data específica. |
A segmentação é sempre o primeiro passo. Sem ela, automações e campanhas não têm para quem apontar — e acabam falando com todo mundo da mesma forma.
A segmentação é uma regra, não uma lista congelada. Quem entra e quem sai muda sozinho conforme o comportamento das pessoas, e é isso que a torna útil ao longo do tempo.
No menu lateral do painel, entre na seção de segmentações.
Nomes como “Doadores fiéis · últimos 12 meses” evitam confusão quando a lista de segmentações crescer.
Combine campos, operadores e valores — data da última doação, total de doações, valor acumulado, campanha de origem.
A plataforma mostra o número de doadores que atendem à regra. Se der zero ou der a base inteira, a condição precisa de ajuste.
A partir daí ela fica disponível para automações e campanhas.
Os perfis da Matriz RFM são um dos critérios mais úteis para segmentar, porque já combinam recência, frequência e valor num único rótulo.
As duas enviam e-mail para uma segmentação, mas o gatilho é diferente — e é o gatilho que decide qual das duas resolve o seu problema.
| Automação | Campanha | |
|---|---|---|
| Disparo | Por evento: acontece algo, o e-mail sai. | Por data: você agenda o envio. |
| Frequência | Contínua, roda sozinha. | Uma vez. |
| Exemplo | Boas-vindas na primeira doação; aviso de cartão prestes a vencer. | Convite para a campanha de fim de ano; prestação de contas anual. |
| Quando usar | Régua de relacionamento que precisa acontecer sempre. | Ação pontual ligada a uma data ou a um acontecimento. |
Na prática, a maior parte do resultado vem das automações: elas trabalham todo dia, sem alguém precisar lembrar. As campanhas entram para os momentos em que a organização tem algo específico a dizer.
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A automação dispara sozinha quando um evento acontece — uma primeira doação, um cancelamento, um aniversário de doação. A campanha é um envio único, agendado por você para uma data específica.
Não. A segmentação é uma regra, e quem entra ou sai dela muda conforme o comportamento dos doadores. Por isso ela precisa ser criada antes das automações.
Sim. Os perfis da Matriz RFM são um dos critérios mais úteis para segmentar, porque já combinam recência, frequência e valor em um só rótulo.
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