Ninguém doa para o que não entende
Descrever o impacto é o coração da conversão. Se o texto está numa língua que a pessoa lê com esforço, ela entende o quê, mas não sente o porquê — e é o porquê que faz alguém tirar o cartão da carteira.
Português, inglês e espanhol. Real, dólar, euro, libra e peso mexicano, cobrados no cartão internacional ou na carteira digital de quem doa. A mesma página, no seu próprio domínio, se apresenta na língua e na moeda de quem está do outro lado — e a doação cai no mesmo painel das outras.
3 idiomas · 5 moedas · Sem adquirente por país
A diáspora brasileira, o pesquisador que citou o seu trabalho, o parceiro que visitou o projeto: essa gente chega até a sua página de doação e encontra uma tela em português cobrando em reais, que talvez nem aceite o cartão dela. O problema quase nunca é vontade — é a página.
Descrever o impacto é o coração da conversão. Se o texto está numa língua que a pessoa lê com esforço, ela entende o quê, mas não sente o porquê — e é o porquê que faz alguém tirar o cartão da carteira.
Quem mora fora vê "R$ 250,00", não sabe quanto é, desconfia da conversão e desiste. E converter direto também não resolve: R$ 100 viram US$ 18,37, um número que ninguém escolhe. Cada moeda precisa da própria escada de valores.
A alternativa costuma ser abrir frente em cada praça — credenciar, conciliar e prestar contas em cada uma — ou pendurar a captação de fora numa ferramenta à parte, onde esse público some do CRM, do relatório e da régua. Nos dois casos, o custo supera a captação.
Seis módulos: o conteúdo nos três idiomas, os valores sugeridos por moeda, os métodos que quem mora fora reconhece, o relatório que separa cada moeda, a ficha do doador internacional e a rede de quem capta para você em outro país.
Português brasileiro, inglês e espanhol na mesma plataforma. O título, o subtítulo e a descrição de impacto são escritos por você em cada idioma — não é tradução automática, porque o texto que converte não sobrevive a uma tradução automática.
O valor sugerido é a decisão mais importante da tela de doação. Em cada moeda ele precisa ser um número redondo e coerente com o custo de vida de lá — não a conversão literal do valor brasileiro.
Pix não existe na Califórnia e boleto não existe em Lisboa. Para o doador de fora, o que funciona é o cartão que ele já tem, a carteira digital do celular dele e — para um público específico — a criptomoeda. Os três estão na mesma tela.
Toda doação — em real ou fora dele — cai na mesma listagem, com a moeda, o valor original, o método e o status. É esse relatório que fecha com a tesouraria, sem ninguém consolidar exportação de duas ferramentas no Excel.
Essa é a diferença entre captar no exterior uma vez e construir um público lá. A doação internacional vira ficha no CRM, com país, moeda, idioma e origem da campanha — do mesmo jeito que a doação brasileira.
A captação internacional que funciona quase nunca é uma campanha de mídia: é alguém que mora lá, conhece a causa e fala com a própria rede. Cada embaixador ganha uma página própria — e você vê quanto cada um trouxe.
Título, subtítulo e descrição de impacto em português, inglês e espanhol — com a sua voz, não a do tradutor.
Sem tradução automáticaUma escada de valores por moeda, com números redondos para o custo de vida de lá.
Nada de US$ 18,37Quem mora fora e já apoia a causa vira o seu canal mais eficiente naquele país.
Página por pessoaA doação em dólar aparece na mesma listagem da doação em real, com a moeda ao lado.
Um relatórioIdiomas, moedas, métodos internacionais, CRM e embaixadores são a mesma plataforma que já roda a sua captação no Brasil.
Português brasileiro, inglês e espanhol na mesma campanha.
Real, dólar americano, euro, libra e peso mexicano.
Escada própria em cada moeda, não conversão literal.
O cartão que o doador já usa no país onde mora.
Pagamento cardless autenticado no aparelho.
Recebidas na carteira da própria organização.
Doação mensal no cartão, na moeda escolhida.
O doador de fora não é redirecionado para outro endereço.
Volume e quantidade de doações de cada uma.
Taxas e repasses, exportáveis em Excel e CSV.
Doador de fora na mesma base, com país, moeda e idioma.
Página própria para quem capta na rede dele, lá fora.
Quase sempre a resposta é diáspora — brasileiros que moram fora, já conhecem a causa e só precisavam de uma página que aceitasse o cartão deles. Nosso time ajuda a escolher os idiomas e as moedas que valem o esforço, a escada de valores de cada uma e quem convidar como embaixador primeiro.
Agende uma conversaA plataforma da Doare permitiu a SOS Amazônia receber doações dentro do seu próprio site institucional em múltiplas moedas, isso foi um grande diferencial que nos ajudou a expandir a captação online e conectar muitas pessoas à causa ambiental.
Se a sua dúvida não estiver aqui, o time responde em até 24 horas.
Não. Os três idiomas — português brasileiro, inglês e espanhol — estão disponíveis, mas o título, o subtítulo e a descrição de impacto são escritos pela sua organização em cada um deles.
É uma limitação proposital do fluxo de trabalho, não uma falta: texto de captação depende de referência cultural, e tradução automática costuma entregar uma versão correta que não emociona ninguém.
Cinco moedas — real, dólar americano, euro, libra esterlina e peso mexicano — cobradas em cartão de crédito internacional, Apple Pay, Google Pay ou criptomoeda. Pix e boleto são meios brasileiros e não se aplicam a quem paga de fora.
Não há uma sexta moeda hoje. A criptomoeda cai na carteira da própria organização: a Doare não faz custódia nem converte o saldo por você, então vale alinhar com a tesouraria antes de ligar o método.
Para receber, não: a cobrança nas cinco moedas acontece pela plataforma, sem a organização precisar se credenciar em cada praça nem manter conta fora do Brasil.
Para que o doador estrangeiro consiga deduzir a doação no imposto dele, aí sim costuma ser necessário um enquadramento local, resolvido com uma entidade parceira. É uma decisão jurídica da instituição, anterior à escolha de ferramenta. Em que moeda e prazo o repasse chega até você são condições comerciais de contrato.
Pode, no cartão de crédito e nas carteiras digitais, na moeda escolhida pelo doador.
Vale desenhar a comunicação contando com isso: para o público internacional, a recorrência mora no cartão, e a retenção depende de manter o cartão válido — o que o painel do doador resolve sozinho, sem alguém da sua equipe ligar para o exterior.
Entra. Vira ficha no CRM com país, moeda, idioma e a origem da campanha, e o histórico guarda cada doação na moeda em que foi feita. O relatório financeiro também é único: a doação em dólar aparece na mesma listagem da doação em real.
Isso é o que permite tratar essa pessoa como doadora de verdade no ano seguinte: agradecer, mostrar o impacto e convidar para a recorrência, em vez de recomeçar a conquista do zero.
Costuma valer, porque o custo de deixar as moedas ligadas é baixo e a primeira doação internacional quase sempre vem de alguém que já conhecia a causa — um ex-morador, um pesquisador, um parceiro de projeto.
O que não funciona é esperar que a página sozinha traga público novo no exterior. Sem alguém que fale pela causa naquele país, a página fica pronta e vazia. Por isso o módulo de embaixadores importa tanto aqui.
Nota: a Doare entrega a infraestrutura de captação em três idiomas e cinco moedas, o processamento pelos métodos acima, o registro do doador internacional na mesma base e o relatório consolidado. A tradução do conteúdo é escrita pela própria organização. Condições de câmbio, spread, prazos de liquidação e a moeda em que o repasse chega à organização variam por plano e contrato e devem ser confirmados com o time comercial. Dedutibilidade fiscal para o doador estrangeiro, emissão de recibo válido em outra jurisdição e eventual necessidade de entidade parceira no exterior dependem do enquadramento jurídico da sua instituição — não são fornecidos pela plataforma. Criptomoedas dependem da organização manter carteira própria.
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