Área do cliente
Painel do doador
Gestão de ONGs

A operação da sua organização num sistema só.

Software de gestão para ONGs, institutos e fundações: doações, base de doadores, comunicação, campanhas e prestação de contas no mesmo lugar — sem emparelhar planilha, gateway de pagamento e ferramenta de e-mail que não conversam entre si.

O que gestão quer dizer aqui

Quase toda organização começa com o mínimo: uma conta bancária, uma chave Pix e uma planilha. Funciona enquanto a base é pequena. O custo aparece depois — no fechamento do mês que não bate, no doador que cancelou e ninguém percebeu, no relatório que leva três dias para o conselho.

Gestão, na prática, é ter esses quatro pedaços conectados: o dinheiro que entra, quem doou, o que foi dito para essa pessoa e o que se presta de contas depois. Quando cada um mora numa ferramenta diferente, o trabalho de ligar os quatro sobra para alguém da equipe, todo mês.

Seis frentes, um sistema

Doações e recebimento
Oito meios de pagamento, doação única e recorrente, Pix Automático e retry inteligente na cobrança que falha. Tudo entra conciliado, sem planilha no meio.
Base de doadores
Ficha por pessoa com histórico, tags e segmentação. Score RFM automático para saber quem está prestes a cancelar e quem pode doar mais.
Comunicação
Régua de relacionamento disparada pelo comportamento do doador: agradecimento, recuperação de cobrança falhada, reativação de quem parou.
Campanhas
Crowdfunding com meta pública, rifa com sorteio auditável, leilão, eventos com ingresso e programa de embaixadores — sem contratar uma ferramenta por formato.
Prestação de contas
Relatório financeiro que fecha com o extrato, exportável em Excel, com taxas aplicadas e detalhamento de repasse. Doações offline entram na mesma base.
Conformidade
Antifraude, tokenização, LGPD e as certificações que o conselho vai perguntar na hora de aprovar a troca de sistema.

O que gestores perguntam antes de trocar

O que é um software de gestão para ONGs?
É o sistema que concentra a operação da organização: entrada de doações, cadastro e histórico dos doadores, comunicação, campanhas e prestação de contas. A alternativa usual — planilha, gateway de pagamento avulso e ferramenta de e-mail separada — funciona até a base crescer; depois o custo aparece em conciliação manual e doador perdido.
Qual a diferença entre um CRM comum e um CRM para terceiro setor?
CRM de vendas mede funil e fechamento. No terceiro setor o que importa é recorrência, retenção e valor ao longo do tempo: quem doa todo mês, quem falhou na cobrança, quem parou e pode voltar. São métricas diferentes, e é por isso que adaptar um CRM de vendas costuma dar trabalho e entregar pouco.
Dá para migrar a base que já existe hoje?
Dá, e a migração está inclusa em todos os planos, sem taxa de setup. Vale reservar tempo da equipe: é o momento em que aparecem duplicidades, CPF faltando e o mesmo doador cadastrado com dois e-mails. As decisões sobre o que unificar são da organização.
Precisa de equipe de tecnologia para operar?
Não. A operação do dia a dia é feita pela equipe de captação e pela administração. Integração por API e webhooks existe para quem quer, mas não é pré-requisito para usar.
Serve para organização pequena?
Serve. O plano acompanha o volume de arrecadação, não o tamanho da equipe. Organizações com uma pessoa cuidando de captação usam o mesmo sistema que fundações com time inteiro.