Tempo é o sinal mais forte
Quem doou no mês passado tem muito mais chance de doar de novo do que quem doou há dez meses, independente do valor. Recência é o primeiro alarme, e é o que planilha nenhuma monitora sozinha.
A Matriz RFM olha há quanto tempo cada pessoa doou, quantas vezes e quanto, e devolve sua base dividida em nove perfis com nome e tamanho. Quem é campeão, quem está em risco, quem já sumiu. Atualizado sozinho, sem planilha.
Incluído na plataforma · Recalculado automaticamente
Numa base típica de captação, a maior fatia é de pessoas que doaram uma vez e nunca mais voltaram. Elas continuam recebendo o mesmo e-mail que os doadores mensais, e ninguém percebe porque a lista não distingue.
Quem doou no mês passado tem muito mais chance de doar de novo do que quem doou há dez meses, independente do valor. Recência é o primeiro alarme, e é o que planilha nenhuma monitora sozinha.
Uma pessoa que doou onze vezes no ano tem uma relação com a causa. Uma que doou uma vez teve um impulso. As duas podem ter dado o mesmo total, e precisam de conversas opostas.
Em quase toda organização, um punhado de doadores responde pela maior parte da receita. Saber exatamente quem são (e ser avisado quando um deles esfria) é o uso mais rentável de um relatório.
Quatro módulos: o retrato geral da base, a régua que gera as notas, os nove perfis explicados um a um e o que fazer com cada grupo na segunda-feira de manhã.
Antes de dividir em perfis, a tela mostra a saúde geral: quantos doadores existem, quanto entrou, qual o ticket médio e com que frequência as pessoas doam. É o slide que o conselho pede: pronto, sem ninguém montar.
Cada doador recebe uma nota de 1 a 3 em três dimensões, e o cruzamento das notas define o perfil. Os critérios estão escritos na própria tela: você consegue explicar para o conselho por que uma pessoa caiu em cada grupo.
O valor do RFM não é a nota, é o rótulo. “Campeão” e “em risco” são categorias que a equipe inteira entende sem treinamento, e que transformam relatório em decisão de campanha.
Saber que 1.359 pessoas precisam de atenção só vale se algo acontecer com elas. Cada segmento pode virar destinatário de uma comunicação sem sair da Doare, e o resultado volta para a ficha de cada doador.
Não há configuração. Se as doações passam pela Doare, os nove perfis já estão calculados quando você entra.
Zero setupCampeões e em risco são os dois grupos que mudam a receita do trimestre. Comece por eles, não pelo maior.
Prioridade claraUma peça de comunicação para cada grupo. Não precisa ser sofisticada, precisa ser diferente entre si.
Mensagem certaOs perfis se movem. O sucesso aparece como gente saindo de “em risco” e entrando em “leais”.
Recalculado sozinhoRFM é metodologia consagrada em varejo há décadas. A Doare já traz aplicada ao vocabulário da captação.
Campeões, leais, promissores, recentes, primeira doação, precisam de atenção, em risco, dormentes e ausentes.
Os dados são recalculados sozinhos conforme novas doações entram, sem exportar e refazer.
Até 30 dias, de 30 dias a 6 meses e de 7 a 12 meses: a janela que importa para captação.
Onze ou mais, de duas a dez, ou doação única no último ano.
Soma doada no ano em três patamares, para separar o topo da base do volume.
Gráfico que mostra de imediato o peso de cada perfil dentro da base.
Tabela que separa, dentro de cada segmento, quem é mensal de quem é esporádico.
A régua de pontuação fica escrita na tela: dá para auditar e explicar a classificação.
Do segmento você chega na ficha de cada pessoa, com histórico completo.
O segmento alimenta diretamente o e-mail marketing da plataforma.
Leve a classificação para o BI ou para a reunião de conselho em CSV/XLSX.
Ticket médio, total doado, número de doações e frequência mensal no mesmo painel.
Qual segmento atacar primeiro depende do tamanho da sua base, da sua capacidade de atendimento e do momento da organização. Nosso time de captação senta com você para transformar os nove quadrados em três campanhas que cabem no seu mês.
Agende uma conversaA plataforma da Doare permitiu a SOS Amazônia receber doações dentro do seu próprio site institucional em múltiplas moedas, isso foi um grande diferencial que nos ajudou a expandir a captação online e conectar muitas pessoas à causa ambiental.
Se a sua dúvida não estiver aqui, o time responde em até 24 horas.
Não. A Matriz RFM é calculada a partir das doações que já passam pela plataforma. Se a sua organização capta pela Doare, os nove perfis já estão prontos quando você abre a tela, e os dados são atualizados automaticamente conforme novas doações entram.
Doações cadastradas manualmente (cheque, transferência, dinheiro de evento) também contam, desde que tenham sido registradas no CRM.
R (recência) olha a última doação da pessoa dentro dos últimos 12 meses: nota 3 para quem doou de 1 a 30 dias atrás, 2 para 30 dias a 6 meses e 1 para 7 a 12 meses. F (frequência) conta quantas doações ela fez no último ano: 3 para 11 ou mais, 2 para 2 a 10 e 1 para uma única. M (valor monetário) soma tudo que ela doou no ano: 3 acima de 8.000, 2 entre 2.400 e 8.000, e 1 até 2.400.
O cruzamento das três notas define em qual dos nove perfis a pessoa cai. Os critérios ficam escritos na própria tela, para você poder auditar e explicar a classificação.
Porque é assim que quase toda base de captação se comporta, e isso não é um defeito do seu trabalho. Doação online tem muita entrada por campanha pontual, emergência ou data comemorativa, e a maioria dessas pessoas doa uma vez só.
O valor de ver esse número não é se assustar, é parar de tratar essa fatia como se fosse base ativa. Um grupo de ausentes bem trabalhado com uma campanha de retorno costuma render mais que a mesma verba gasta em captação de gente nova.
Não. RFM é uma leitura de comportamento passado, não um modelo preditivo. Ela não estima probabilidade de cancelamento nem projeta valor futuro do doador.
O que ela faz é sinalizar quem já mudou de comportamento: quem doava com frequência e parou, quem está há meses sem contribuir. Na prática isso costuma antecipar o cancelamento, mas a leitura é sua, não uma previsão do sistema.
Os patamares atuais são fixos e iguais para todas as organizações, o que tem uma vantagem: a classificação é comparável e auditável, e ninguém precisa calibrar nada para começar a usar.
Se a sua base tem uma distribuição de valores muito diferente da média (o que acontece com organizações que trabalham sobretudo com grandes doadores ou com micro-doações), vale conversar com o nosso time. Em muitos casos a saída é usar a segmentação do CRM, que aceita os seus próprios cortes, junto com o RFM.
Não. A classificação é interna, existe apenas no painel da organização e nunca aparece para o doador: nem na página de doação, nem no painel dele, nem em e-mail automático.
Ela também não deve ser usada como rótulo de valor pessoal. Alguém em "ausentes" pode ser um voluntário dedicado que apenas não doa dinheiro; alguém em "primeira doação" pode virar o maior doador do ano. O segmento orienta a priorização da equipe, não a forma de tratar a pessoa.
Nota: RFM é uma leitura de comportamento passado, não uma previsão. Ela indica onde a atenção da equipe tende a render mais, mas não substitui o conhecimento que a organização tem sobre cada doador, sobretudo no topo da base, onde a relação é individual e o contexto pesa mais que a estatística.
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